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Mãe em apuros

Mãe em apuros

21
Abr18

Isso para mim não é diversão.

Mãe A.

O que siginifica diversão? 

di·ver·são 
(latim tardio diversio-onis)

substantivo feminino

1. Acto ou efeito de divertir ou de se divertir.

2. Mudança de direcção. = DESVIO

3. Distracção.

4. Divertimentorecreio.

5. [Militar]  Manobra falsa para desviar a atenção do inimigo do ponto que se quer atacar.


"diversão", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/divers%C3%A3o [consultado em 12-04-2018].
 
O que é divertido para mim pode não ser para outra pessoa. É relativo. E pessoal. Passo a enumerar algumas coisas que para mim não são diversão:
  • Maltratar os animais. E tenho raiva de quem o faz. Mas infelizmente, há cada vez mais monstros (não há outro nome para lhes chamar) a maltratar os animais. As touradas, na minha opinião, também são uma forma de magoa-los.
  • Beber até cair de cu. Não acho piada a quem tem um jantar e já vai a pensar "ei que ganda bebedeira eu vou apanhar"!. Como se fosse obrigatório fazê-lo. 
  • Ver futebol. Não vejo qual o entusiasmo de estarmos mais de 90 minutos a olhar para 22pessoas atrás de uma bola. Divirto-me mais a ver os meus cães a correr atrás da bola! :D

 

Haveria mais para contar mas fica para a próxima. 

  Beijinhos e até breve.
       Mãe A.
13
Abr18

Expectativa VS Realidade - Momentos a dois

Mãe A.

Foto de Bebe Rindo.

 

 Pois é, quem disse que com a chegada dos filhos os momentos a dois continuam a existir? Claro que eles existem. Tem uma duração média de cinco minutos. 

O Baby R. anda numa fase em que não pode ver os pais a dar um beijo que despacha-se logo a agarrar as minhas pernas. Parece que tem ciumes. Não sei. 

Acho que não ter momentos a dois custa mais aos pais do que às mães. As mães tem aquele espírito de sacrifício e proteção. Não que os pais não o tenham. Não é isso. Mas as mães tem o coração mais mole. Basta um simples chorar que vão logo ver o que se passa com o filho. As mães querem os seus filhos debaixo das asas. 

Eu não me importo que os momentos a dois tenham passado para momentos a três. É uma fase que passará num instante. E nem sei se chore ou se ria. Fico muito, muito feliz ao vê-lo crescer tão bem. Mas bate uma saudade só de imaginar que esta fase irá findar num abrir e fechar de olhos. 

Por isso vamos lá aproveitar estes momentos a três.

 

 Beijinhos e até breve.

      Mãe A.

 

12
Abr18

Nova rubrica aqui no blog!

Mãe A.

Ando a preparar uma nova rubrica para o blog. Expectativa VS Realidade. 

Sempre imaginamos algo que na verdade se mostra bem diferente no dia-a-dia. Acontece com todos. Pelo menos acontece com os sonhadores, que já agora, é o meu caso. 

Sempre nos deparamos com imagens perfeitas na Internet sobre a gravidez e a maternidade. E imediatamente pensamos: "uauu, estou louca para quando chegar a minha vez para fazer igual!". Só que não. Os resultados nunca são como o esperado. Por vezes a realidade acaba sendo um verdadeiro desastre.

Pois é disso que irei falar semanalmente no blog. Estou ansiosa para começar. E o primeiro post é já amanhã. :D Fiquem ligados.

 

 Beijinhos e até breve.

      Mãe A.

 

12
Abr18

O que há de pior no mundo virtual?

Mãe A.

A Internet, no geral, é o melhor lugar para conhecer pessoas novas, para estarmos mais próximos de alguém que amamos e que está longe ou para aprendermos coisas novas. Há muitos aspetos positivos relativamente à Internet. Porém, existem cada vez mais aspetos negativos. E é disso que hoje venho falar.

 

Para mim, sem dúvida, que o pior do mundo virtual são os insultos. As pessoas começaram a ofender-se umas às outras por tudo e por nada. Deixou de haver respeito. Escondem-se atrás da tela do computador e criticam de forma negativa a forma de estar ou então a fisionomia de outra pessoa. Isto é considerado BULLYING. Ninguém tem o direito de tratar mal alguém. 

 

Outra coisa que me chateia são os apelos nas redes sociais. De volta e meia andamos a "passear" pelo Facebook (por exemplo) e depara-mo-nos com uma publicação que pede para compartilharmos-a e em troca, por cada partilha, a instituição ou alguém receberá " X € ". Ou então, pedem-nos para digitar "Ámen" e a pessoa em questão ficará curada. Gente, é um verdadeiro absurdo. Se isso resultasse mesmo andavam todos a escrever "Ámen".  Eu, pessoalmente, não compartilho e nem acredito em nada disso. 

E é isto.  

 Beijinhos e até breve.

      Mãe A.

 

09
Abr18

Quando o filho acorda de mau humor

Mãe A.

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Hoje o Baby R. acordou às seis e pouquito da manhã. Acordou cedo. Cedo e mal disposto. Estava no colo, queria ir para o chão. Estava no chão, queria ir para o colo. Tinha um brinquedo na mão, queria a vassoura. Tinha a vassoura já queria outra coisa qualquer. Começava a chorar de um minuto para o outro. E, nós pais, sem percebermos o motivo. 

Por vezes nem é preciso um motivo especifico. Também nós adultos acordamos alguns dias dispostos a partir tudo. Com um humor de cão. Se calhar, até um cão é mais bem humorado. Não é verdade? Porém, quando a pequenada acorda nesse estado, é certo que o nosso dia está estragado. Eu pessoalmente fico sem paciência para o dia de trabalho que se segue. Fico a contar os minutos para voltar para casa. Para pegar no meu filho e lhe dar todo o mimo possível. Para que ele possa sentir-se melhor. Mais bem disposto. Para  que possa sentir-se seguro e amado. Já falta pouco para estar junto dele.

 

Agora um à parte. O Baby R. portou-se lindamente este fim-de-semana. Andou sempre bem disposto. Muito alegre. E comeu tão bem. Não houve uma refeição em que ele fizesse birra. É O MEU ORGULHO! MEU AMOR MAIOR.

 

 

 Beijinhos e até breve.

      Mãe A.

04
Abr18

A minha Páscoa

Mãe A.

 

 

Não sei quanto a vocês, mas eu adorei o fim-de-semana prolongado de Páscoa. Fomos passa-lo a Lisboa a casa da minha irmã. E soube-me tão bem. Há muito tempo que não me sentia "leve", livre. Não sei como vos explicar. Não houve um dia em que pensasse em tarefas domésticas, problemas laborais e financeiros. Nesses quatro dias de folga libertei-me desses pensamentos que tomam conta de mim os restantes 361 dias do ano. Fui apenas eu a curtir o meu marido, o meu filhote, a minha irmã e o meu cunhado. 

Na Sexta-Feira acabei por ficar sem bateria no telemóvel. Mas decidi não o colocar à carga. Desliguei-me completamente das tecnologias. Sem telemóveis nem computadores.

O tempo foi nosso amigo. Passeámos muito. O Baby R. adorou a capital, principalmente andar à beira Tejo. :D Só faltaram os meus pais para ser mais que perfeito.

 Aspeto menos positivo da viagem:

Na Segunda-Feira fomos a Montijo visitar umas pessoas amigas. Até aqui tudo bem. O problema foi arranjar um restaurante que servisse sopa. Sim, leram bem. Entrámos num, sentamos-nos e ao fazer o pedido de sopa informaram-nos que não tinham. Fomos embora. Entrámos em outro e também não tinham. Eu já deitava fogo pelos olhos. Fomos encontrar sopa numa pastelaria que servia refeições. Não acho normal. Para mim e para o Pai J. qualquer comida serve. Agora para o Baby R. não. Ele tem que comer sopa às refeições. Fiquei fula da vida. Nem a comida me caiu bem. Comi salada e pouco mais. 

 

Bem, já voltamos à nossa rotina normal: creche-trabalho-casa. Lá diz o ditado que o que é bom acaba depressa. 

 

Beijinhos e até breve.

     Mãe A.

 

P.S.- Só agora me apercebi que não provei as amêndoas da Páscoa! Um ponto positivo para mim! :D

 

    

03
Abr18

Fico envergonhada quando...

Mãe A.

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Quando vi que tinha que falar sobre ficar envergonhada, dei um sorriso e exclamei para mim mesma "ahhh!", visto que eu me envergonho com tudo (ou quase tudo). Sério. As vezes não é a questão de ficar envergonhada com alguma coisa que aconteceu mas sim com o eu ficar vermelha. Um autêntico tomate. Começo a sentir-me quente na cara. Minha gente, todos reparam.

Agora já não me atrapalho tanto. Mas à uns anitos atrás atrapalhava-me muito ao ponto de só querer um buraco para me esconder. Nos dias de hoje, estou nem aí. Se ficar vermelha fiquei. Blush natural. Não é para todas! AhAhAh

 

 Beijinhos e até breve.

      Mãe A.

 

28
Mar18

Quando as noites (não) são feitas para dormir!

Mãe A.

Foto de Clínica Amamentos.

 

Realmente o que acontece durante a noite é isto (tirando os gatos). Ele querendo mamar. Sempre aos empurrões ao pai. E sempre atrás da mãe. Ele está ferrado a dormir (ou assim parece!), eu aproveito para me afastar um bocadinho para poder estar mais à vontade. Pois nem um minto demora para que ele venha atrás de mim. E depois é muito pior. É a cabeça dele em cima do meu ombro, quando não é em cima da cara. Até me ria, se não fosse eu a estar nesta posição.

Eu gosto de dormir com ele. Mas confesso que há noites que não são nada fáceis. A de ontem foi uma delas. Sempre a acordar. Sempre a querer mamar. Sempre a queixar-se. Pode ser que eu esteja enganada mas parece-me que ele está a ficar doentinho. Pois durante o dia também pouco quis comer. 

Quem mais se identifica com a imagem? 

 

 Beijinhos e até breve.

      Mãe A.

27
Mar18

Porque o meu filho só chora comigo?

Mãe A.

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Quando vou deixar o meu filho na creche ele fica em prantos. Mas quando é o pai fica bem-disposto. 

Na creche ele não faz birra, não diz "não" na hora de comer, não chora na troca da fralda. Mas comigo chora. Porque o meu filho só chora comigo? Ás vezes parece que é para me testar. Mas não é.

Toda a criança se sente segura junto de sua mãe. Nós somos o seu porto de abrigo. Eles sabem que, independentemente do que possa acontecer, nós estaremos sempre lá para eles. Para os apoiar, para os consolar, para os incentivar. Ora, quando eles passam o dia inteiro longe da mãe, eles engolem os seus medos e receios. E quando a mãe chega eles simplesmente desabafam. O mesmo se passa connosco. Quando temos um dia difícil nós nos controlamos até chegar em casa. Aí sim, nós descarregamos, muitas vezes no marido ou na mãe ou então à noite quando todos já dormem.

Como as crianças ainda não tem esse auto-controlo, elas esperam estar com as mães para "desabafar" pois sabem que as ouviremos e apoiaremos.

O meu filho chora quando o deixo na creche como eu choro. Só que eu choro por dentro. Ele se sente bem comigo tal como eu me sinto bem junto dele. Por isso é tão difícil para ele (e para mim) ficar na creche. Eu tenho a mesma vontade que ele: ficarmos os dois em casa. Mas na vida real, não temos essa hipótese (pelo menos para já).

Ainda ontem, o Pai J. levou o Baby R. à creche. E ele foi logo a caminhar para a sala onde estavam os outros meninos, a olhar para o pai e a rir-se. Hoje, levei-o eu à creche. Choro pegado. 

Não nos devemos sentir piores mães pelo facto do bebé só chorar quando nós chegamos ou quando o deixamos na creche ou com os avós. Antes pelo contrário, é sinal que ele nos ama. Pode parecer difícil. Porque realmente é. Mas temos que ser fortes (ou pelo menos aparentar) para que o bebé também se sinta confiante e calmo.

 Beijinhos e até breve.

      Mãe A.

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