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Mãe em apuros

Mãe em apuros

08
Mai18

Choramos quando o bebé chora - Expectativa VS Realidade

Mãe A.

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Choramos quando eles estão doentes.

Choramos de cansaço.

Choramos de alegria.

Choramos quando nos sentimos impotentes.

Choramos por vermos os nossos filhos doentes.

Choramos (nem que seja interiormente) quando dizemos "NÃO" ao nosso filho e ele chora.

Choramos muitas vezes sem saber o motivo. Sentimos apenas que precisamos de o fazer. 

Chorar não é sinal de fraqueza. Chorar é uma maneira de assumirmos que atingimos o nosso limite. E não devemos ter vergonha disso.

 

 Beijinhos e até breve.

      Mãe A.

13
Abr18

Expectativa VS Realidade - Momentos a dois

Mãe A.

Foto de Bebe Rindo.

 

 Pois é, quem disse que com a chegada dos filhos os momentos a dois continuam a existir? Claro que eles existem. Tem uma duração média de cinco minutos. 

O Baby R. anda numa fase em que não pode ver os pais a dar um beijo que despacha-se logo a agarrar as minhas pernas. Parece que tem ciumes. Não sei. 

Acho que não ter momentos a dois custa mais aos pais do que às mães. As mães tem aquele espírito de sacrifício e proteção. Não que os pais não o tenham. Não é isso. Mas as mães tem o coração mais mole. Basta um simples chorar que vão logo ver o que se passa com o filho. As mães querem os seus filhos debaixo das asas. 

Eu não me importo que os momentos a dois tenham passado para momentos a três. É uma fase que passará num instante. E nem sei se chore ou se ria. Fico muito, muito feliz ao vê-lo crescer tão bem. Mas bate uma saudade só de imaginar que esta fase irá findar num abrir e fechar de olhos. 

Por isso vamos lá aproveitar estes momentos a três.

 

 Beijinhos e até breve.

      Mãe A.

 

12
Abr18

Nova rubrica aqui no blog!

Mãe A.

Ando a preparar uma nova rubrica para o blog. Expectativa VS Realidade. 

Sempre imaginamos algo que na verdade se mostra bem diferente no dia-a-dia. Acontece com todos. Pelo menos acontece com os sonhadores, que já agora, é o meu caso. 

Sempre nos deparamos com imagens perfeitas na Internet sobre a gravidez e a maternidade. E imediatamente pensamos: "uauu, estou louca para quando chegar a minha vez para fazer igual!". Só que não. Os resultados nunca são como o esperado. Por vezes a realidade acaba sendo um verdadeiro desastre.

Pois é disso que irei falar semanalmente no blog. Estou ansiosa para começar. E o primeiro post é já amanhã. :D Fiquem ligados.

 

 Beijinhos e até breve.

      Mãe A.

 

09
Abr18

Quando o filho acorda de mau humor

Mãe A.

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Hoje o Baby R. acordou às seis e pouquito da manhã. Acordou cedo. Cedo e mal disposto. Estava no colo, queria ir para o chão. Estava no chão, queria ir para o colo. Tinha um brinquedo na mão, queria a vassoura. Tinha a vassoura já queria outra coisa qualquer. Começava a chorar de um minuto para o outro. E, nós pais, sem percebermos o motivo. 

Por vezes nem é preciso um motivo especifico. Também nós adultos acordamos alguns dias dispostos a partir tudo. Com um humor de cão. Se calhar, até um cão é mais bem humorado. Não é verdade? Porém, quando a pequenada acorda nesse estado, é certo que o nosso dia está estragado. Eu pessoalmente fico sem paciência para o dia de trabalho que se segue. Fico a contar os minutos para voltar para casa. Para pegar no meu filho e lhe dar todo o mimo possível. Para que ele possa sentir-se melhor. Mais bem disposto. Para  que possa sentir-se seguro e amado. Já falta pouco para estar junto dele.

 

Agora um à parte. O Baby R. portou-se lindamente este fim-de-semana. Andou sempre bem disposto. Muito alegre. E comeu tão bem. Não houve uma refeição em que ele fizesse birra. É O MEU ORGULHO! MEU AMOR MAIOR.

 

 

 Beijinhos e até breve.

      Mãe A.

28
Mar18

Quando as noites (não) são feitas para dormir!

Mãe A.

Foto de Clínica Amamentos.

 

Realmente o que acontece durante a noite é isto (tirando os gatos). Ele querendo mamar. Sempre aos empurrões ao pai. E sempre atrás da mãe. Ele está ferrado a dormir (ou assim parece!), eu aproveito para me afastar um bocadinho para poder estar mais à vontade. Pois nem um minto demora para que ele venha atrás de mim. E depois é muito pior. É a cabeça dele em cima do meu ombro, quando não é em cima da cara. Até me ria, se não fosse eu a estar nesta posição.

Eu gosto de dormir com ele. Mas confesso que há noites que não são nada fáceis. A de ontem foi uma delas. Sempre a acordar. Sempre a querer mamar. Sempre a queixar-se. Pode ser que eu esteja enganada mas parece-me que ele está a ficar doentinho. Pois durante o dia também pouco quis comer. 

Quem mais se identifica com a imagem? 

 

 Beijinhos e até breve.

      Mãe A.

27
Mar18

Porque o meu filho só chora comigo?

Mãe A.

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Quando vou deixar o meu filho na creche ele fica em prantos. Mas quando é o pai fica bem-disposto. 

Na creche ele não faz birra, não diz "não" na hora de comer, não chora na troca da fralda. Mas comigo chora. Porque o meu filho só chora comigo? Ás vezes parece que é para me testar. Mas não é.

Toda a criança se sente segura junto de sua mãe. Nós somos o seu porto de abrigo. Eles sabem que, independentemente do que possa acontecer, nós estaremos sempre lá para eles. Para os apoiar, para os consolar, para os incentivar. Ora, quando eles passam o dia inteiro longe da mãe, eles engolem os seus medos e receios. E quando a mãe chega eles simplesmente desabafam. O mesmo se passa connosco. Quando temos um dia difícil nós nos controlamos até chegar em casa. Aí sim, nós descarregamos, muitas vezes no marido ou na mãe ou então à noite quando todos já dormem.

Como as crianças ainda não tem esse auto-controlo, elas esperam estar com as mães para "desabafar" pois sabem que as ouviremos e apoiaremos.

O meu filho chora quando o deixo na creche como eu choro. Só que eu choro por dentro. Ele se sente bem comigo tal como eu me sinto bem junto dele. Por isso é tão difícil para ele (e para mim) ficar na creche. Eu tenho a mesma vontade que ele: ficarmos os dois em casa. Mas na vida real, não temos essa hipótese (pelo menos para já).

Ainda ontem, o Pai J. levou o Baby R. à creche. E ele foi logo a caminhar para a sala onde estavam os outros meninos, a olhar para o pai e a rir-se. Hoje, levei-o eu à creche. Choro pegado. 

Não nos devemos sentir piores mães pelo facto do bebé só chorar quando nós chegamos ou quando o deixamos na creche ou com os avós. Antes pelo contrário, é sinal que ele nos ama. Pode parecer difícil. Porque realmente é. Mas temos que ser fortes (ou pelo menos aparentar) para que o bebé também se sinta confiante e calmo.

 Beijinhos e até breve.

      Mãe A.

21
Mar18

Um filho estraga a relação?

Mãe A.

Foto de Neném Da Mamãe.

Há quem diga que um filho só vem atrapalhar ou que acaba com a relação. Não concordo. Na minha opinião um filho é uma bênção, tanto para a mulher como para o homem. Se a relação acabar de certeza que a culpa não é do bebé (apesar de muitos afirmarem isso). Se acabou é porque já não ia bem. O que é pena, é o facto de muitos casais decidirem terminarem só depois de trazer ao mundo uma criança indefesa. Indubitavelmente, ela vai sofrer, mesmo que os pais se deem bem. Todos gostamos de ver os nossos pais juntos, não é verdade?

No meu caso, a minha relação fortificou-se. Antes do Baby R. nascer, eu e o Pai J. já éramos cúmplices. Depois que o nosso filho nasceu ainda nos unimos mais. Claro que temos altos e baixos. Todas as relações tem. Mas não desistimos à primeira dificuldade (ele mais que eu!). Persistimos e lutamos para resolvermos as nossas divergências. E trabalhamos com o mesmo propósito: mantermos-nos juntos e unidos.

Apesar dele estar a trabalhar fora do país, tentamos aproveitar cada segundo quando ele cá está. Os momentos a dois já não existem como antes. Mas isso não é um problema, porque temos um filho lindo que nos deixa maravilhados. E é tão bom apreciarmos o crescimento do nosso filho. As "saídas" espontâneas e engraçadas dele. É óbvio que há momentos em que gostaríamos de dar uma fugidinha. Mas quando o Baby R. for maior teremos tempo para isso. 

O amor, esse está sempre presente. E eu tenho um marido maravilhoso. Por vezes deixa-me de nervos em franja. Mas confesso, apesar disso eu sou uma sortuda. 

 

Beijinhos e até breve.

     Mãe A.

 

15
Mar18

Hobbies. Quais Hobbies?

Mãe A.

Foto de Meu menino, minha vida.

 

Para ser sincera, já antes de ter o Baby R. os hobbies não existiam. A minha rotina já era trabalho-casa, casa-trabalho. Acho que o que eu sinto mais falta é de tomar banho de meia hora.  Têm alturas em que vou tomar banho e saio à pressa (ainda com um pouco de champoô) porque parece que ouvi o Baby R. E quando vou ver, ele está a dormir. Ouço-o quando ele chora e quando não chora. Quem nunca?

 

Beijinhos e até breve.

     Mãe A.

 

16
Fev18

Sou má mãe ou apenas uma mãe real?

Mãe A.

Vivemos num mundo em que se embeleza tudo. Algumas bloggers famosas registam a maternidade (em textos ou em vídeos) como se tudo fosse um mar de rosas. Onde os seus filhos são perfeitos. Onde a sua casa está sempre limpa, arrumada e perfumada. Onde elas estão lindas e maravilhosas. Onde há tempo (e dinheiro!) para compras e viagens. Fazem criar em nós, mães reais, sentimentos negativos e desanimadores.

E falo por mim. Porque em minha casa, na minha família, nada é perfeito. O meu filho faz birras. E não o subestimem. Apesar de ter quase 15 meses, já se atira literalmente para o chão. Grita, esperneia. A hora da troca da fralda é um verdadeiro desafio. Chora como se eu o estivesse a bater. Na hora de escovar os dentes grita porque pensa que já é capaz sozinho e não aceita a minha ajuda. Faz birra quando lhe digo que não pode ou lhe tiro algo das mãos. Ando com a sensação que reclama por tudo e por nada.

A minha casa têm horas (bastantes horas!) que está um verdadeiro caos. Há alturas em que quase construo a Torre Eiffel, tal é a altura da roupa para passar a ferro. 

Eu... Bem, eu já não sei onde anda o meu "eu". 

Quanto a viagens.. Viajo muito. De casa para o trabalho e do trabalho para casa! Mentira... ainda passo na creche para deixar e apanhar o Baby R. 

E dinheiro? Não tenho notícias dele já algum tempo. Acho que se chateou a sério comigo.

 

As bloggers (algumas delas, claro) ao passarem a ideia de que tudo é tão fácil, fazem me crer que eu é que sou uma má mãe. Porque perco a paciência. Porque o meu filho, na maioria das noites, dorme comigo. Porque não dou conta do recado em relação à casa. Porque me sinto cansada. Desanimada. Ás vezes até frustrada.

São poucos os dias em que páro um pouco e penso: eu sou uma mãe real. Uma mãe que anda mesmo descabelada e de pijama todo o santo dia que está em casa. Sou uma mãe que no fundo AMA O SEU FILHO MAIS QUE TUDO. Que tudo o que faz durante as 24 horas do dia é a pensar nele. Sou uma mãe que dá o seu melhor. Se o mimo demais? Talvez. Mas quero que ele cresça sabendo que é o melhor de mim. E que não o trocaria por nada. Nem por um minuto de paz e sossego. Não o trocaria por uma casa arrumada. Não o trocaria por uma viagem ou pela conta recheada.

 

Beijinhos e até breve.

     Mãe A.

 

23
Jan18

O meu macaquinho de imitação!

Mãe A.

O Baby R. está numa fase tão gostosa. Tão divertida. Está naquela fase em que imita tudo (ou quase tudo) o que eu faço. Principalmente, adora imitar-me a limpar. A sério gente! Dá para acreditar? A certa altura pegou num pano que estava caído no chão e começou a "limpar" os móveis da cozinha. Enquanto eu limpava as bancadas. Desde aí arranjei-lhe um pano (que é só dele) e ele anda por todos os cantos com ele a ajudar a mamã nas limpezas (até o leva para a creche!). Têm coisa mais fofa? Não têm! :D

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No Domingo enquanto eu ajeitava o quarto ele pegou num trapo que estava para ir para o lixo e começou a limpar o pó do chão. Claro que eu parei o que estava a fazer para contemplar o momento. É uma fase que passa tão rápido, assim como tantas outras. Sejam fases boas ou menos boas, todas deixam saudades. Esta ainda nem passou e eu já me sinto saudosa. 

 

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 Quem aí já me segue no instagram e no facebook? Corre lá que postei um vídeo do Baby R. a "limpar! :D

 

Beijinhos e até breve.

     Mãe A.

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