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Mãe em apuros

Mãe em apuros

21
Mar18

Um filho estraga a relação?

Mãe A.

Foto de Neném Da Mamãe.

Há quem diga que um filho só vem atrapalhar ou que acaba com a relação. Não concordo. Na minha opinião um filho é uma bênção, tanto para a mulher como para o homem. Se a relação acabar de certeza que a culpa não é do bebé (apesar de muitos afirmarem isso). Se acabou é porque já não ia bem. O que é pena, é o facto de muitos casais decidirem terminarem só depois de trazer ao mundo uma criança indefesa. Indubitavelmente, ela vai sofrer, mesmo que os pais se deem bem. Todos gostamos de ver os nossos pais juntos, não é verdade?

No meu caso, a minha relação fortificou-se. Antes do Baby R. nascer, eu e o Pai J. já éramos cúmplices. Depois que o nosso filho nasceu ainda nos unimos mais. Claro que temos altos e baixos. Todas as relações tem. Mas não desistimos à primeira dificuldade (ele mais que eu!). Persistimos e lutamos para resolvermos as nossas divergências. E trabalhamos com o mesmo propósito: mantermos-nos juntos e unidos.

Apesar dele estar a trabalhar fora do país, tentamos aproveitar cada segundo quando ele cá está. Os momentos a dois já não existem como antes. Mas isso não é um problema, porque temos um filho lindo que nos deixa maravilhados. E é tão bom apreciarmos o crescimento do nosso filho. As "saídas" espontâneas e engraçadas dele. É óbvio que há momentos em que gostaríamos de dar uma fugidinha. Mas quando o Baby R. for maior teremos tempo para isso. 

O amor, esse está sempre presente. E eu tenho um marido maravilhoso. Por vezes deixa-me de nervos em franja. Mas confesso, apesar disso eu sou uma sortuda. 

 

Beijinhos e até breve.

     Mãe A.

 

12
Jan18

Mãe é mãe!

Mãe A.

Resultado de imagem para mãe é mãe

Olá. 

 

No outro dia estava a falar com o Pai J. sobre o papel da mãe e do pai na vida do bebé. Na minha opinião, é muito mais fácil ser pai do que mãe. Quando o bebé chora, o pai vem a correr ter com a mãe para o entregar. E diz: "Ele quer mamar!" ou "Ele quer a mãe!". Não se esforça muito para tentar perceber o porquê dele estar a chorar. Enquanto que a mãe faz os possíveis (e impossíveis, também!) para encontrar uma motivo para o choro. Claro que por vezes ele quer mesmo mamar, ou quer apenas carinho da mamã. Mas nem sempre é assim.

É muito importante a figura paterna, mas mãe é mãe (como diz a minha sogra!). Mãe prepara a comida do bebé. Mãe lava, passa e arruma a roupa do bebé. Mãe escolhe ao pormenor que roupa o seu filho vai usar. Já o pai é a primeira que aparecer! Não importa se é uma camisola com bolas e umas calças com riscas. Para o pai tudo fica bem! Mãe passa horas na internet a informar-se sobre o desenvolvimento do bebé a cada mês. Mãe chora quando o filho chora. Mãe fica destroçada ao ver o seu filho doente. Mãe vai trabalhar sempre com o pensamento no filho (mesmo que saiba que fica bem na creche ou com os avós, para a mãe ele só está bem junto dela!). Ah, mãe chora, mãe ri, mãe "baba-se" simplesmente ao olhar para o seu bebé.  

O texto a seguir encontrei na internet e é examentente o que eu penso. Vale a pena ler! 

 

 "Mãe é mãe ...

Ser pai é um pouco mais fácil. Pai não carrega 9 meses dentro de si. Não vomita, não tem sua bexiga comprimida. Pai não tem seu corpo invadido por um bisturi, não faz cesárea, não faz parto normal, não fica louco com os hormônios, não fica com insegurança do mundo e medo de não segurar a bronca.
Pai não vê seus seios sangrando pra alimentar o bebê, não vela o sono do bebê na madrugada, não passa a mão no narizinho dele 569 vezes por noite pra ver se está respirando. Pai não tira dúvidas no grupo de mães, não sofre com o corpo modificado no espelho, pai pode devolver pra mãe quando o bebê perde o fôlego de chorar. Pai tem uma retaguarda que se chama mãe.
É claro que pai é importante: muito importante. Pai é tudo de bom. Pai brinca, conversa, carrega, embala, dá banho, provê necessidades físicas e mentais, participa ativamente, mata um se preciso for. Pai é bom, é gostoso, transmite segurança, ajuda pra caramba. Mata dois, se preciso for.
Mas mãe é diferente. Mãe que é mãe tá acima do bem e do mal. Mãe tem um quê de "autoridade espiritual" sobre seu bebê, mãe renuncia, mãe pede todo dia pra Deus interceder pelos seus filhos. Mãe deixa os amigos, mãe fica em casa quando todos estão se divertindo. Quantas vezes não toma banho, que luxo lavar o cabelo!
Mãe vive pra cria.
Pessoa boa é quem gosta do seu filho, lugar bom é o que você pode ir com seu bebê. Comida boa é a que não dá cólica, promoção boa é a de fralda.
Mãe não tem um interesse maior que não seja pelo bem estar do seu filho. Mãe sabe a data de cada vacina, mãe sofre com a febre, mãe se despedaça em mil com o choro.
Mãe "lambe sua cria", sobe no lustre pra ganhar uma risadinha, não assiste um jornal sem imaginar "meu Deus, e se fosse MEU filho!?"
Mãe enfrenta um exército.... de salto alto e de peito aberto! Se todo o mais faltar,a mãe estará junto ao seu filho.
Mãe é MÃE...."simples" assim....." 
(Autoria Priscila Santos Inowe)

 

Beijinhos e até breve.

Mãe A.

06
Jan18

Coisas que me fazem felizes!

Mãe A.

Ora bem, "coisas que me fazem felizes". O desafio não poderia começar da melhor maneira :P

Estar junto com a minha família faz-me feliz. Faz-me bem. Sem dúvida que eles são a minha alegria e o meu orgulho. 

O meu filhote. Amor maior. Amor para a vida toda. Sem ele a vida não faz sentido. Parece cliché mas é a pura verdade. Antes de ser mãe pensava que o que me fazia realmente falta era o dinheiro. Mas estava redondamente enganada! Claro que o dinheiro também me faz falta. Mas passou do estado de muito importante para é necessário. O que realmente me deixa preenchida é ele. O BABY R.. É um amor inexplicável. 

Concluindo, se eu tiver junto de mim os meus pais, a minhã irmã, o meu cunhado, a minha avó, o meu marido (o Pai J.) e o meu filho, eu estou no paraíso. 

 

Beijinhos e até breve.

Mãe A.

18
Dez17

Bolo de aniversário e de batizado

Mãe A.

 

 

Olá. 

 

A festa de aniversário já passou. A do batizado também. Mas ambas tiveram algo em comum. O bolo. Não que tenha sido igual, mas ambos foram confeccionados pela mesma pessoa. A Joana (https://www.facebook.com/joana.ferreira.56232) muito jeito para bolos. Estavam lindos, já para não falar do sabor.

O bolo da festa de aniversário era de pão-de-ló. Simples mas assim tanto os míudos e como os graúdos gostaram. O tema era o Mickey. Estava muito fofinho e delicado ao mesmo tempo.

 

 

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Já o bolo do batizadofoi de chocolate com recheio de brigadeiro. UMA DELÍCIA!

 

 IMG_6221.JPG

 

Ambos ficaram exactamente como eu imaginei. Toda a gente adorou! 

 

 

Beijinhos e até breve.

Mãe A.

24
Nov17

O meu filho é mimado?

Mãe A.

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Olá. 

 

Há uns dias atrás, li um post no blog Maes apaixonadas ( www.blogmaesapaixonadas.com.br ) sobre não deixar o bebé chorar. E concordo plenamente com essa afirmação. Sempre que o Baby R. chorava eu corria para ele, pegava-lhe e dava muitos miminhos. Ele se chora é porque se passa alguma coisa. 

Sempre houve, há e haverá quem diga: "não lhe pegues logo, ele vai ficar mal acostumado"; "isso é tudo manha"; "ele sabe muito, só quer colo", etc. Apesar de ouvir essas tretas, nunca mudei a minha atitude para com o meu filhote. Continuei pegando nele sempre que ele me pedia. E irei continuar a fazê-lo. Ele não sabe falar ainda, por isso só pode exprimir-se chorando. 

 

Uma vez o Baby R. teve uma conjuntivite. Fomos às urgências e o médico que estava de plantão disso que a conjuntive devia-se ao facto de ele não chorar. Têm lógica? Na minha opinião não. Mas verdade seja dita, eu não sou médica nem coisa que se pareça.

 

Por mim, o meu filho pode ficar mimado, É sinal que não lhe falta amor. Por isso, vou sim continuar a dar-lhe colo sempre que ele pedir. Vou sim correr para ele sempre que ele chorar. Vou sim dar-lhe muitos beijos, abraços. Não lhe irão faltar mimos e muito amor. E quem não souber entender ou concordar com isso é problema seu! Resolva-o sozinha e evite mandar "bitaites"!

 

 

Beijinhos e até breve.

Mãe A.

23
Nov17

1º aninho Baby R.- Bolo de laranja com cobertura de chocolate

Mãe A.

 

Olá. 

 

O Baby R. na passada Terça-feira (dia 21 de Novembro) fez um aninho! Como ele estava na creche resolvi fazer (ou tentar) um bolo para levar e cantar-mos os parabéns e uma lembranças para as crianças.

Os meus pais estão cá de férias e fizeram questão de, também eles, marcarem presença na festinha. Chegamos lá por volta das 15:30h (hora coincidente com o lanche). Ele viu-nos logo e começou a "chamar-nos". Ficou tão feliz por nos ver lá. Derreti-me com a alegria genuína dele!

Cantámos-lhe os parabéns e ele ficou todo admirado, como que se perguntasse o que se estava a passar.

Claro que ele também teve direito a um pedaçinho de bolo. Ou não fosse o seu aniversário! Fiz um bolo de laranja com cobertura de chocolate 70% cacau. Deixo-vos a receita em baixo.

 

Bolo de laranja com cobertura de chocolate

 

Ingredientes:

  • 8 ovos;
  • 1 chávena de chá de açucar;
  • 4 chávenas de chá de farinha;
  • 1 colher de chá de fermento;
  • sumo de 4 laranjas médias;
  • raspa de 1 laranja;
  • manteiga;
  • 1 tablete de chocolate 70% de cacau;
  • leite

 Preparação:

Bater as gemas com o açucar até fazer bolinhas. Juntar a farinha peneirada com o fermento, a raspa de laranja e o sumo e por fim as claras em castelo.

Numa forma já untada, colocar a massa e levar ao forno pré-aquecido a 160º e verificar a cozedura com a técnica do palito.

Num tacho colocar a tablete de chocolate e um pouco de leite e deixar derreter até formar bolhinhas, mas ir mexendo! Quando o bolo estiver cozido retira-se e cobre-se com o preparado de chocolate.

 IMG_20171121_151941.jpg

 

Quanto às lembranças, comprei uns saquinhos, uns blocos de notas e lápis de cera. Imprimi a letra "R" (de Baby R.) e colei na primeira folha do bloco. Escrevi o nome do meu filhote e a data do seu 1ºaniversário. Coloquei o bloco dentro do saquito com dois lápis de cera. Algo simples mas de certeza que eles gostaram.

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Beijinhos e até breve.

Mãe A.

 

 

 

 

 

21
Nov17

Um ano de ti, meu amor!

Mãe A.

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Um ano passou. O mais maravilhoso ano da minha vida. Ter-te foi, e é, o melhor que me poderia ter acontecido.

Contigo me redescobri. Contigo aprendi tantas coisas. Dentro delas destaco a capacidade de amar. Não sabia que era possivel amar tanto alguém como te amo. Realmente não há amor como o amor por um filho! Aprendi a ser um pouco mais paciente. Aprendi que só assim (sendo mãe) a vida faz sentido.

Sempre desejei ser mãe. Confesso que imaginava ser mãe de menina. O nome já estava escolhido (Maria Leonor). Mas vieste tu. Um lindo menino. E descobri que é muito bom abraçar a cor azul. Agradeço todos os dias por ter um filho tão perfeito e saudável, como tu. Enches-me de orgulho e alegria. E de cansaço também! Mas vale a pena. Ou melhor, vale a galinha toda! 

Foi a melhor decisão que eu e o teu papá tomamos. Conceber-te foi uma benção. Acredito que eu estva destinada a ser tua mãe. Obrigada meu Deus por me permitires ter um filho como o Baby R.

Os meus dias, desde que nasceste, estão preenchidos de amor. E não há um em que não me ria ou simplesmente sorria ao ver-te.

Quantas vezes tu adormeces ao meu colo e eu deixo-te ficar nele? Não te coloco na cama só para ficar a olhar para ti. Olho para ti e as lágrimas correm pela minha cara. Não te preocupes. São lágrimas de felicidade. Como é que tu consegues ser tão L-I-N-D-O? 

 

1 ano passou a voar. 1 ano em que aprendeste a bater palminhas, dar um "passou bem", dar um "cinco", dizer chau. E não tarda nada já andas! Tem calma. Não cresças tão rápido! 

 

TE AMO ETERNAMENTE FILHO!

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Beijinhos e até breve.

Mãe A.

 

 

 

20
Nov17

Uma ida ao parque! Ou várias...

Mãe A.

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Olá 

 

O sol teima em nos brindar com a sua presenças. Apesar de caminharmos para o Inverno não há maneira de vir a chuva. Bem, enquanto isso não acontece aproveitamos para passear um pouco.

 

Eu tenho ido com o Baby R. ao parque da sua "escolinha" ou então ao parque da zona de lazer daqui da freguesia. Ele adora. Adora o baloiço mas principalmente adora o túnel. Anda de um lado para o outro dentro dele. Ele diverte-se imenso. E eu também! 

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Ir ao parque é uma óptima maneira de estimular o bebé/criança. Além de podermos passar mais tempo com eles. Muitas vezes, na correria do dia-a-dia, não despensamos muito tempo a brincar com o nosso filho. Acaba-se o trabalho, vamos para casa e o trabalho continua. Outro tipo de trabalho mas não deixa de o ser. Entre fazer a janta, dar a papa ao bebé, arrumar a cozinha, dar banho ao filhote chega a hora de dormir num instante. E que tempo tivemos nós com o nosso filho? Digo tempo de qualidade. Praticamente nenhum. É importante tirarmos um tempo para dedicar exclusivamente a ele. O nosso filho agrade. Eles adoram receber atenção, amor, brincadeiras e muitos mimos.  

 

 

A brincadeira e os jogos não podem ser encarados como forma de passar o tempo, mas sim como algo muito sério que permite à criança um bom crescimento físico, intelectual, emocional e social. brincar tem a dupla função de, por um lado, criar excelentes oportunidades de estimular o raciocínio e, por outro lado, disponibilizar as regras necessárias à convivência e vida em sociedade. Ninguém conhece verdadeiramente uma criança se não conhecer e perceber a maneira como ela brinca." 
        Pediatra Fátima Bessa à revista Pais&Filhos
 
 
                                                                                                                                       Beijinhos e até breve.
                                                                                                                                                            Mãe A.

 

16
Nov17

"As crianças são simples..."

Mãe A.

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Olá. 

 

Há uns tempos atrás, enquanto eu lavava a loiça, foi dar com o Baby R. dentro de uma caixa de sapatos. Nunca pensei que ele coubesse!!

Dei-lhe a caixa para ele se entreter enquanto eu arrumava a cozinha. E resultou! Ele estava tão sossegado que olhei para ver o que ele estava a aprontar e "voilá"! 

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 Tive tempo de pegar no telemóvel e tirar umas fotos. Mas depois ele reparou e não quis brincar mais. Mas valeu a pena! Ele estava simplesmente feliz com aquela caixa que para mim era insignificante. As crianças realmente entretem-se com pouco. Nós é que pensamos que são precisos imenso brinquedos (e alguns dos mais caros porque tem mais "aplicações") para eles se divertirem. Mas não! Eles apnas precisam de algo que desperte a atenção deles. Pode ser a dita caixa de sapatos (ou outro tipo de caixa), uma garrafa de plástico ou uns taparueres.

 

As crianças são simples. Nós adultos é que complicamos! 

 

 

 Beijinhos e até breve.

Mãe A.

 

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